sexta-feira, abril 30, 2004



Ute Lemper, a cantora alemã responsável por discos como Punishing Kiss e o mais recente But One Day..., vai estar em Portugal para um concerto no dia 19 de Julho. A actuação tem data única marcada para o CCB, em Lisboa.
Calexico. Hard Club. Gaia. 28 de Abril de 2004



Por uma noite, por uma só noite, o Hard Club tornou-se na “casa del Calexico”. Joey Burns e John Convertino, núcleo duro dos Calexico, trouxeram cinco amigos, roupa, instrumentos (muitos) directamente de Tucson e instalaram-se em Gaia para mais um concerto da orquestra Mariachi. A última vez que os Calexico pisaram terras nacionais tinha sido em 2001, quando actuaram no Paradise Garage e no Hard Club (3 e 4 de Março respectivamente), e pelos vistos as saudades já eram muitas. De parte a parte, pois se o público demonstrou nutrir uma especial atenção pelos Calexico, a banda não foi mais modesta a retribuir carinho pelos presentes.

Para conferir o resto da reportagem ao concerto dos Calexico, clicar aqui.

quinta-feira, abril 29, 2004

O Rock veste-se de amarelo e preto



Em 2003, o EP Rockin' Rio, deu o mote para aquilo que viria a acontecer e a partir daí o nome X-Wife começou a andar de boca em boca. Os primeiros concertos, os flyers, os badges, o estilo. Nos X-Wife nada parece acontecer por acaso. Agora, em 2004, surge o primeiro disco da banda portuense de João Vieira, Fernando Sousa e Rui Maia. Feeding The Machine é para a menina da foz, para o beto, para a freak, para o punk e para quem se quiser divertir. O Bodyspace esteve mais de duas horas e meia à conversa com João ‘Kitten’ Vieira que nos falou sobre o passado dos X-wife, mas acima de tudo sobre o futuro que parece reservar a internacionalização e álbum novo para breve. Há que alimentar a máquina.

Para ler a entrevista aos X-Wife, clicar aqui.

segunda-feira, abril 26, 2004



Os brasileiros Metrô, que lançaram o ano passado Déjà Vu, vão estar em Portugal no dia 13 de Maio para um concerto no bar Speakeasy, em Lisboa.
Cibelle. Hard Club. Gaia. 24 de Abril de 2004



Embora ainda pouco reconhecida no seu país, Cibelle Cavalli tem vindo a espalhar magia (especialmente) pela Europa fora, e lançou no ano passado o seu primeiro disco, homónimo, pela editora belga Ziriguiboom. Depois de ter actuado em Aveiro por essa altura – num concerto que se diz ter sido algo desastrado (problemas com os microfones e curto-circuito incluídos) –, Cibelle apresentou-se em Portugal para um concerto em Lisboa e despediu-se com uma actuação num Hard Club que, à custa do preço dos bilhetes (18 euros), ou simplesmente pelo facto de Cibelle não ter tido ainda tempo de reunir uma quantidade de fãs suficiente para encher a sala, se encontrava bastante despido. Mesmo com a fraca assistência, Cibelle entrou em palco, e apesar da sua pouca experiência em palco e tenra idade, agarrou o concerto com as duas mãos e só o largou uma hora e alguns minutos depois.

Continuação da reportagem ao concerto de Cibelle, aqui.

domingo, abril 25, 2004

Urge não esquecer ... Ah, e com "R" antes de "evolução", por favor.



Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Excerto de Grândola Vila Morena de Zeca Afonso


Os Suicide, de Martin Rev e Alan Vega, vão estar em Portugal para uma actuação no festival herdeiro do CBT, em Esposende, a 31 de Julho.

sábado, abril 24, 2004

Não podia deixar de colocar aqui o flyer do concerto dos Explosions in the Sky. Já faltam menos de duas semanas.

sexta-feira, abril 23, 2004

A febre dos festivais de Verão



Os Chemical Brothers e Bob Dylan já tinham sido anunciados para o Festival Vilar de Mouros, agora é a vez dos Franz Ferdinand, que lançaram o seu álbum de estreia, homónimo, em 2004, serem apontados como o primeiro nome para a edição deste ano do Festival Sudoeste que decorre na Zambujeira do Mar entre os dias 5 e 8 de Agosto. A actuação da banda escocesa acontece no dia 6 de Agosto.


As Chicks on Speed, autoras de 99 Cents, vão estar em Portugal para dois concertos. No dia 14 de Maio actuam na Faculdade de Arquitectura em Lisboa, enquanto que o concerto do Porto decorre no dia 15 de Maio, na Discoteca Indústria.


De acordo com a newsletter da Skipp, os DAT Politics, de Plugs Plus , vão estar em Portugal para duas actuações ao vivo. A primeira será no dia 27 de Maio na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa, sendo que no dia seguinte, dia 28 de Maio, apresentam-se no Porto, para um concerto na discoteca Swing.

quarta-feira, abril 21, 2004



Os Cure, de Robert Smith, autores de discos como Boys Don't Cry, Disintegration e Bloodflowers vão estar em Portugal para um concerto a inserido no Festival Vilar de Mouros, no dia 17 de Julho.

terça-feira, abril 20, 2004


Bowery Electric - Lushlife

São quatro horas da manhã. Percorre-se, num carro a alta velocidade, quilómetros e quilómetros de uma auto-estrada apenas iluminada, de metros em metros, por luzes que não são suficientes, só por si, para evitar que a escuridão permaneça. No fim dessa mesma auto-estrada, uma cidade, plena em arranha-céus, esconde uma decadência e consternação que pertencem apenas a quem as sente. As ruas estão já quase vazias; já só se vê quem nelas vai dormir. Cada canto esconde as mais diversas formas de escuridão, as mais solitárias formas de recolhimento. Agora, o medo e o isolamento enchem as ruas da cidade, outrora preenchidas por pessoas. É cada vez maior o contraste das luzes frágeis emanadas pelos candeeiros ferrugentos com a cerração típica dos momentos que restam entre o crepúsculo da tarde e o crepúsculo da manhã. Quase toda a cidade dorme e por muito tempo o fará.

A continuação da recensão ao álbum dos Bowery Electric, aqui.

A esquizofrenia do algodão doce.



Em tempos em que o monge copista é rei (do rock), os Deerhoof constituem uma das mais refrescantes e inovadoras dádivas do actual panorama musical. Acabam de lançar Milk Man, disco que volta a levar-nos no carrossel imprevisível da loucura pela mão do terrível "homem do leite". Satomi Matsuzaki, Greg Saunier, Chris Cohen e John Dieterich são quatro monstrinhos endiabrados que nos fazem ver que o rock pode ser igualmente esquizofrénico e infantil, doce e rude, divertido e, bem ... ainda mais divertido. Em discurso directo, John Dieterich acciona o modo alienação mental - como os Deerhoof tão bem sabem fazer - e partilha com o Bodyspace um pouco da sua saudável demência.

Conferir a entrevista aos Deerhoof, aqui.


A edição deste ano da Queima das fitas do Porto tem como nome principal os britânicos Lamb. O cartaz conta ainda com as presenças dos Mão Morta, do brasileiro Carlinhos Brown e de Jorge Palma. Segue-se o cartaz completo:

1 de Maio - Fingertrips, Orishas,
2 de Maio - Mão Morta, Jorge Palma
3 de Maio - Mind da Gap, Pedro Abrunhosa
4 de Maio - José Cid, Quim Barreiros
5 de Maio - Toranja, Clã
6 de Maio - Blind Zero, Xutos & Pontapés
7 de Maio - Pluto, Lamb
8 de Maio - Gomo, Carlinhos Brown


Os Moloko de Mark Brydon e Roisin Murphy que editaram em 2002 o último álbum de originais, Statues vão estar presentes na quarta edição do Festival Optimus.Hype@Meco. Os autores de "Familiar Feeling" actuam no dia 10 de Julho.

segunda-feira, abril 19, 2004



Os Explosions in the Sky vão estar em Portugal no próximo dia 7 de Maio, para um concerto no bar Blá Blá, em Matosinhos. Os autores de Earth Is Not A Cold Place voltam a tocar em território nacional depois do concerto que aconteceu o ano passado no bar O Meu Mercedes é Maior Que o Teu, no Porto. O preço dos bilhetes é de 12€ (venda anticipada) e 14€ (no próprio dia).

Spaceboys / Micatone. Hard Club. Gaia. 17 de Abril de 2004



O Festival Galp Lounge Tour 2004 mudou-se de armas e bagagens para o outro lado do Rio Douro, e por lá vai ficar – no que diz respeito aos concertos no norte do país – até final, mas a tendência parece manter-se. A aposta parece ser feita no que à música de dança e derivados diz respeito, que na sua vertente mais mainstream é, quase sempre, alvo de bastante sucesso em Portugal. À entrada, duas pessoas vestidas a preceito – camisola cor de laranja da Galp – distribuíam guloseimas e luzinhas incandescentes, fazendo com que o Hard Club parecesse a capital nacional do chupa-chupa e do pirilampo gasolineiro.

Podem ver o resto da crítica, aqui.

domingo, abril 18, 2004

Nitin Sawhney. Coliseu do Porto. Porto. 16 de Abril de 2004



Descer a rua do Coliseu do Porto em dia de concerto é uma experiência comparável com poucas outras. O ritual assume contornos realmente especiais quando o cheiro das castanhas assadas se mistura com o ar húmido das noites da cidade. As pessoas acotovelam-se em filas que acabam na rua de Santa Catarina, os vendedores de bilhetes fazem ofertas chorudas, trauteiam-se melodias que se esperam ouvir em breve e tenta-se esconder aquele nervoso miudinho típico de quem espera ter “a noite da sua vida”. A noite de ontem não foi o exemplo mais evidente desse ambiente, mas mesmo assim não faltou gente suficiente para fazer com que o Coliseu parecesse composto. O motivo da peregrinação era Nitin Sawhney, músico anglo-indiano, que se encontra em Portugal a promover o mais recente disco de originais, Human.

Conferir o resto da reportagem, aqui.

quarta-feira, abril 14, 2004

Califone. Maus Hábitos. Porto. 11 de Abril de 2004



Há noites assim. Noites em que a complacência se mistura com inocência. Noites em que nada impede que se passe deste mundo para um outro melhor, mais perfeito. Os Califone serviram sentimentos a frio, emoções despidas a cerca de meia centena de pessoas. Tim Rutili, em primeiro plano, na guitarra ou no órgão, a controlar os efeitos ou a cantar, a mexer nos pedais enferrujados que se amontoavam à sua frente, com uma sapiência que nem mesmo ele sabe existir. Jim Becker, na outra ponta do palco, segurava uma Fender Telecaster, um banjo, ou um violino. No meio, dois elementos tratavam de ministrar a percussão. Um, de uma forma mais, digamos, normal; o outro, de longas barbas e descalço, batia em objectos de metal e de madeira, numa pandeireta, e em tudo o que pudesse agarrar ou bater.

Crítica ao concerto dos Califone, aqui.

terça-feira, abril 13, 2004

A não perder ...


© André Gomes

Doze Moradas do Silêncio

Envolver-me na mais obscura solidão das searas e gemer
Amassar com os dentes uma morte íntima
Durante a sonolência balbuciante das papoulas
Prolongar a vida deste verão até ao mais próximo verão
para que os corpos tenham tempo de amadurecer

...colher em tuas coxas o sumo espesso
e no calor molhado da noite seduzir as luas
o riso dos jovens pastores desprevenidos...as bocas
do gado triturando o restolho....as correrias inesperadas
das aves rasteiras

....e crescerei das fecundas terras ou da morte
que sufoca o cio da boca.....
....subirei com a fala ao cimo do teu corpo ausente
trasmitir-lhe-ei o opiáceo amor das estações quentes.

Al Berto

Xela - Tangled Wool

Em 2003, For Frosty Mornings And Summer Nights marcava o início da aventura Xela, o projecto de John Twells. O disco, editado pela Neo Ouija, explorava os territórios de bandas como os Boards of Canada, os Bola ou os Gescom. Um ano depois, editado pela City Centre Offices, casa de IDM que "protege" artistas como Ulrich Schnauss, Arovane, Dictaphone ou os Yasume, projecto paralelo de John Twells em dupla com Gabriel Morley (Logreybeam), surge nos escaparates Tangled Wool, um disco onde a fragilidade e a suavidade tomam o lugar das melodias ásperas e rudes do seu antecessor.

Para conferir o resto da crítica ao novo disco dos Xela, carregar aqui.

domingo, abril 11, 2004

Bunnyranch. Porto Rio. Porto. 10 de Abril de 2004


© André Gomes

Desenganem-se aqueles que pensam que o Rock in Rio vai acontecer em Lisboa no mês de Maio e Junho. Aconteceu na noite de dez para onze de Abril, no barco Gandufe (também conhecido na sua versão bar como Porto Rio), algures no rio Douro. Não havia Sting, Evanescence, Britney Spears ou Alejandro Sanz. E não, também não havia João Pedro Pais. Havia Bunnyranch, um dos filhos rebeldes (haverá algum que não o seja?) dos Tédio Boys, liderados pelo mais do que excêntrico Kaló. Mas este barco que serviu de montra para o espectáculo podia muito bem estar a navegar pelas águas calmas e profundas do Mississipi. Blues infestado de rock, ou rock infestado de blues? Ninguém tem muito bem a certeza, mas a verdade é que se o EP Too Flop to Boogie tinha acendido o rastilho, Trying To Lose, o novo disco dos conimbricenses, é a bomba rock que faltava para acertar a confirmação dos Bunnyranch como uma das bandas mais excitantes do momento em Portugal. Das pequenas janelas desse mesmo barco via-se a cidade do Porto iluminada pelas luzes ténues das ruas, e um monte de ratazanas que, junto à margem do rio, devoravam um desafortunado peixe que serviria de banquete para os esfomeados bichos.

O resto do relato do concerto dos Bunnyranch pode ser visto aqui.


Arto Lindsay, o norte-americano responsável por discos como Mundo Civilizado ou Prize vai estar no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, para um concerto no dia 8 de Maio.
Loosers. Maus Hábitos. Porto. 9 de Abril de 2004


© André Gomes

Os lisboetas Loosers, liderados pelo vocalista Tiago Miranda, apresentaram-se num Maus Hábitos medianamente composto por uma plateia que desconhecia quase por completo aquilo que a banda tinha para mostrar. Sabia-se apenas que o trio tem vindo a incendiar Lisboa com actuações arrebatadoras e que ameaçava espalhar a imprudência pelo resto do país. Embora sejam pouco conhecidos por cá, os Loosers fizeram já uma digressão internacional que contou com as visitas a Belfast, Glasgow, Manchester, Hong Kong e Macau e têm já um primeiro EP intitulado Six Songs, editado na Zdbmüsique. Ao vivo, os Loosers apresentam-se com uma bateria, um baixo, uma guitarra e um orgão manhoso, daqueles que parecem ter sido comprados na loja dos 300, perdão, um euro e meio mais próxima. Os Loosers são Rebels. Confusos? Tiago Miranda usava uma camisa engelhada, e uns longos sapatos pretos. O baixista envergava uma camisola onde se podia ler Loosers. Mas quando o concerto começou, os pequenos pormenores deixaram de fazer sentido. A coisa prometia logo desde o primeiro acorde. Além do mais, havia mais cerveja e vinho em palco do que água.

Para conferir o resto da crítica ao concerto, conferir na Bodyspace.

sábado, abril 10, 2004

Ölga. O Meu Mercedes é Maior Que o Teu. Porto. 8 de Abril de 2004



De há uns tempos para cá, o Mercedes tornou-se numa espécie de Sede Nortenha do Pós-Rock (SNPR). Há menos de um ano os Explosions in the Sky, há menos de um mês os Mono, e agora os Ölga. Das cinzas dos Freud Square, João Hipólito, Diogo Luís e João Teotónio formaram os Ölga em 2001, e editaram o primeiro EP, homónimo pela Bor Land em 2004. Ölga EP contava ainda com a participação de Rodrigo, um violoncelista, que já não faz parte do projecto. Em concerto, a banda apresenta-se ao com duas baterias, um baixo, uma guitarra, teclas, didjeridoo e um computador, mas, à excepção de um dos bateristas, todos os membros alternam de uns intrumentos para os outros.

O Ep de estreia da banda lisboeta concentrava-se em envolvências outonais similares às sensibilidades de uns Halifax Pier, ou uns Aurore Rien. Ao vivo as coisas são diferentes. As duas baterias conferem obrigatoriamente uma outra dinâmica às canções. A secção rítmica dos Ölga faz lembrar a de uns Can de Tago Mago ou Ege Bamyasi. Mecânica, estreita, escorreita. Os temas são alinhavados ora pelo baixo, ora pela guitarra, ora pelo baixo, ora pelas teclas e complementados com os samples de diálogos de filmes, discursos de Hitler artesanalmente servidos pelo famigerado Windows Media Player. Assim, a música dos Ölga apresenta duas facções bem distintas: por um lado, as construções de bandas como os Godspeed You ! Black Emperor, os Mogwai ou os Explosions in the Sky, por outro lado o rock mais convencional. Mas, e nas palavras da própria banda, os Ölga tentam "percorrer vários caminhos para atingir esse objectivo e isso passa por criar ambientes etéreos, intimistas, e depois, através da repetição sonora, criar explosões e descargas de som.". Mas nem tudo na música dos Ölga é reservado e discreto. Algumas canções são até bastante uptempo e swingantes. Pedia-se mais distorção, é certo, mas onde se nota a falta de mais distorção, nota-se também o ecletismo e diversidade.

Percorreram o EP de estreia em canções como "Old Piano" e "Train's Fog", que, e à semelhança da versão estúdio, foi o momento mais forte do concerto. Montado o engenho, acende-se o rastilho e assiste-se à detonação. A bomba teria, obviamente, que ter repercussões na plateia, que mostrou mais entusiasmo que nunca. Mas - e ao contrário do que é normal - a última explosão não significou o último fôlego pois seria ainda apresentada uma última canção. E seria, mais uma vez, uma canção especialmente apoiada na percussão e na exploração de melodias dissonantes. O silêncio havia sido quebrado durante uma hora e quase não haviamos dado por isso. Os Ölga cumpriram em concerto; aguarda-se agora, então, o longa duração da banda lisboeta.

quarta-feira, abril 07, 2004

Sons de hoje

Joe Strummer & the Mescaleros - Streetcore
The Shins - Chutes Too Narrow
Simentera - Tr'adicional
Joni Mitchell - Court and Spark
Rage Against The Machine - The Battle of Los Angeles

terça-feira, abril 06, 2004

Sons de hoje

Basement Jaxx - Kish Kash
Gomo - Best Of
Xela - Tangled Wool
Simentera - Tr'adicional

segunda-feira, abril 05, 2004



Erlend Oye, uma das partes constituintes dos Kings of Convenience, vai actuar no Lux, em Lisboa, no dia 13 de Maio. O motivo do espectáculo é o lançamento de mais um volume da série «DJ Kicks», da responsabilidade do norueguês.
Sons de hoje

Constantines - Shine A Light
Zero 7 - Simple Things
This Beautiful Mess - Temper The Wind To Shorn The Lamb
Simentera - Tr'adicional
Animal Collective - Sung Tongs
Deftones - White Pony
DJ Shadow - Endtroducing
Björk - Post

domingo, abril 04, 2004



Rodrigo Leão, autor de Pasíon, vai actuar na Aula Magna e no Hard Club, concertos inseridos no Festival Galp Lounge Tour, onde actuam também os Tindersticks e Nitin Sawhney. O concerto de Lisboa acontece no dia 29 de Abril, enquanto que o concerto de Gaia decorre no dia seguinte, 30 de Abril. Na primeira parte do espectáculo actuam os Loopless.
Telefon Tel Aviv. Aniki Bóbó. Porto. 2 de Abril de 2004



Por entre as ruas mais escuras da Ribeira do Porto situa-se o Aniki Bóbó, que foi palco para receber a dupla de Chicago Joshua Eustis / Charles Cooper para um concerto inserido na apresentação do Festival IFI. Sendo o Aniki Bóbó uma sala de dimensões reduzidas, obviamente, não era de esperar uma audiência muito elevada. Mesmo assim, aquando do início do espectáculo, largas dezenas de pessoas enchiam a pequena sala iluminada apenas por alumas luzes de cor avermelhada que, a meio tom, sugeriam a abstracção e a enlevação.

Conferir o resto da review, aqui.
Sons de hoje

Telefon Tel Aviv - Fahrenheit Fair Enough
Fiona Apple - Tidal
Lucinda Williams - World Without Tears
Elliott Smith - Figure 8
Sigur Rós - ()

sábado, abril 03, 2004



Os portugueses X-Wife de João Vieira, Rui Pereira e Fernando Sousa, encontram-se de momento a promover o primeiro disco de originais da banda, "Feeding the Mavhine", e têm alguns concertos marcados para os próximos meses.

Dia 2 de Abril - Nazoni - Viana do Castelo
Dia 10 de Abril - Antiga Fábrica da Cerveja - Faro
Dia 29 de Abril - Quinta dos Portugueses - Lagos

Dia 11 de Junho - Super Bock Super Rock - Lisboa


Alguns dos projectos da editora Bor Land vão ter um destaque especial, durante o mês de Abril, nas FNACs de todo o país. O calendário de concertos é o seguinte:

IN HER SPACE
11 de Abril - FNAC Cascais 11H
17 de Abril - Galeria Zé dos Bois 00H

ÖLGA
8 de Abril - O Meu Mercedes é Maior Que o Teu 23H30
9 de Abril - FNAC Sta. Catarina 17H
10 de Abril - FNAC Norteshopping 17H
10 de Abril - FNAC Gaiashopping 21H45

ALLA POLACCA
4 de Abril - FNAC Gaiashopping 21H45
10 de Abril - FNAC Sta. Catarina 19H

STOWAWAYS
10 de Abril - FNAC Sta. Catarina 17H
10 de Abril - FNAC Norteshopping 21h
11 de Abril - FNAC Gaiashopping 21H

OLD JERUSALEM
6 de Abril - FNAC Norteshopping 22h

KAFKA
9 de Abril - FNAC Gaiashopping 17H

BILDMEISTER
15 de Abril - FNAC Norteshopping 21H30
29 de Abril - Queima das Fitas de Famalicão 23H
Sons de hoje

Red House Painters - Red House Painters II
Sloan Wainwright - Sloan Wainwright
Yasume - Where We're From The Birds Sing a Pretty Song
Outkast - Speakerboxxx / The Love Below
Villalobos - Alcachofa
Jeff Buckley - Grace


Gomo, o projecto de Paulo Gouveia, ex-elemento dos Orange, vai dar uma série de concertos pelo páis no intuito de promover o disco de originais, curiosamente intitulado Best Of. As datas são as seguintes:

24 de Março - FNAC Chiado - 18h30
27 de Março - FNAC Colombo - 21h00
3 de Abril - Auditório Municipal -Portimão
11 de Abril - FNAC Cascais - 18h30
15 de Abril - Auditório Municipal - Guarda
16 e 17 de Abril - Clinic - Alcobaça
21 de Abril - Queima de Leiria
24 de Abril - Coimbra
29 de Abril - Quinta dos Portugueses ao vivo
13 de Maio - Queima de Coimbra
21 de Maio - Casa das Artes - Vila Nova de Famalicão
28 de Maio - Auditório de Arcos de Valdevez
10 de Junho - Super Rock Super Bock

sexta-feira, abril 02, 2004

Sons de hoje

Talk Talk - The Colour of Spring
Last Days Of April - If You Lose It
Neil Young - Freedom
Hidden Hand - Divine Propaganda
Ölga - Ölga EP
Xela - Tangled Wool
Pretty Girls Make Graves - The New Romance
Damien Jurado - Holding His Breath EP
Sleater-Kinney - Call the Doctor
Gang of Four - Shrinkwrapped

quinta-feira, abril 01, 2004



Há dias vi pela primeira vez o DVD que documenta a actuação de Roger Waters em Berlim, em 1990, onde representa "The Wall", a sua obra maior. Toda a gente sabe que "The Wall" é como um filho especial para Roger Waters e que lá deixou ficar o resultado da sua relação com a guerra, e os traumas de infância. Já sabia que ele tinha um pouco a mania das grandezas, em jeito de megalomania, mas mesmo assim fiquei surpreendido com a produção do espectáculo, com a quantidade de pessoas envolvidas em toda aquela apresentação. Se é verdade que convidar os Scorpions ou o Bryan Adams constitui um verdadeiro acto de mau gosto, também não é menos verdade que as actuações de Van Morrison, Joni Mitchell e mais alguns convidados são bem positivas. Em cd ou DVD, constitui sempre um documento importante, especialmente para os fãs de Pink Floyd e adeptos de The Wall.
Sons de hoje

The Rapture - Echoes
Mono - Under The Pipal Tree
The Books - The Lemon Of Pink
Sloan Wainwright - Sloan Wainwright
Norah Jones - Feels Like Home
Refused - Songs to Fan the Flames of Discontent
X-Wife - Feeding The Machine
Santa Maria, Gasolina em teu Ventre! - Free-Terminator
Califone - Heron King Blues
This Beautiful Mess - Falling On Deaf Ears
Hipnótica - Decode
Simentera - Tr'adicional